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Qual o papel das pessoas na transformação de um contact center, passando de um centro de custo para um centro de proveito?

Qual o papel das pessoas na transformação de um contact center

Os Contact Centers continuam hoje a representar uma promessa de acessibilidade e disponibilidade acrescida aos olhos dos Clientes, o conforto de que estarão prontos a satisfazer os seus pedidos, qualquer que seja a sua natureza ou o momento em que se materializem. E são somente estes os compromissos que teremos de estar prontos para honrar: estar presentes e disponíveis para o Cliente, entender rapidamente o que este nos solicita e atuar de forma eficiente e eficaz.

Há 12 anos quando iniciei funções neste setor acreditava que “o IT” nos iria trazer soluções de enorme valor acrescentado que naturalmente resolveriam a equação da “Excelência de Serviço a custos controlados”. Muito desde então se tem vindo a concretizar estando hoje a nossa tarefa de gestão destes canais facilitada mas mantém-se uma crescente pressão sobre o binómio “qualidade-custo” sempre encarado como contraditório ou inconciliável.

Desde há alguns anos que encaro as pessoas como a peça crítica deste puzzle – transformar o Contact Center de centro de Custo para centro de Proveito – sendo um desafio que deverá ser assumido em conjunto por:

 

i. Todos os Operacionais (Assistentes e Supervisores) enquanto garantes da criação de condições para um posterior reposicionamento do Canal

– através do profissionalismo com que gerem cada contacto ;

– com a atitude que colocam diariamente no exercício das suas funções, endereçando as      necessidades dos Clientes como se fossem as suas próprias ;

– com o espírito de fazer sempre mais e melhor, contornando obstáculos internos e tendo   sempre em mente ultrapassar as expectativas do Cliente.

 

 

ii. A Gestão do Contact Center como última responsável pela missão de reenquadrar o canal dentro da organização

– garantindo que o Serviço prestado é devidamente valorizado pelas restantes estruturas ;

– capitalizando essa valorização através da captação de “encomendas” ao Contact Center, sendo as mesmas “faturadas” internamente ;

– consolidando estratégias de “push-over-pull” (e outras) que maximizem a receita/margem captada através do reenfoque para mais do que apenas um “bom serviço” ;

– mantendo um seguimento rigoroso da vertente custos operação, indissociável de staffing, remunerações, produtividade, etc.

Esta não é uma missão simples ou implementável em “chave na mão”. Exigirá um trabalho de persistência, rigor, profissionalismo, obsessão pelo detalhe e um alinhamento de mentalidades inabalável. Aliás, se fosse fácil não existiria o estímulo e a paixão para a levar a cabo.

 

 

João Madureira Pinto – Director Novos Canais – Companhia de Seguros Tranquilidade, vai desenvolver este tema no Global Contact Center.

 

Inscreva-se já em: http://www.globalcontactcenter.ife.pt/homepage.aspx?menuid=1

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