Setores como a banca, a energia e o retalho assumem, neste momento, os contact centers como uma peça cada vez mais central da sua estratégia de experiência do cliente. As ferramentas tecnológicas podem potenciar o valor dessas interações. Mas como se atinge o (importante) equilíbrio entre a máquina e o humano, reforçando a satisfação do consumidor? Se noutros tempos os contact centers serviam essencialmente uma função reativa e estavam focados sobretudo na resolução imediata de problemas, hoje a realidade já…

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