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Retalho

Retalhistas apostam em modelo de entrega num dia específico em vez da rapidez de envio

Pequenos retalhistas oferecem entregas para fazer frente à Amazon

Os retalhistas, nesta época festiva, estão a focar-se na entrega de encomendas aos clientes em datas específicas, mais do que na rapidez da entrega e em limitar os custos de atendimento e de last-mile.

O professor associado de logística na Fisher College of Business da Ohio State University, Terry Esper, referiu que”(…) os consumidores online estão agora mais dispostos a esperar por certas entregas, tendo-se acostumado a interrupções na supply chain no auge da pandemia de Covid-19”.

 

A Shopify ofereceu aos seus clientes a opção de mostrarem um selo nos seus sites e redes sociais ao lado de produtos com possibilidade de entrega em cinco dias ou menos. Harley Finkelstein, presidente da Shopify, revelou que a ideia é oferecer”(…) um prazo de entrega antecipado, seja de dois ou de três dias”.

A Amazon também investiu na entrega no dia seguinte bem como no mesmo dia tendo, em 2019, oferecido aos seus membros Prime a opção de escolha de uma data concreta de entrega.

 

A Shein espera alcançar 24 mil milhões de euros em vendas este ano, ao concentrar-se no front-end da sua supply chain, que inclui o fabrico e a remessa de roupa a partir da cidade chinesa de Guangzhou.

Para além disso, a retalhista chinesa de roupa online planeia ampliar os seus negócios na América do Norte com a abertura de três centros de distribuição nos Estados Unidos.