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InPost cresce 32% em volume de encomendas no primeiro trimestre

InPost cresce 32% em volume de encomendas no primeiro trimestre Direitos Reservados
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A InPost geriu 359,2 milhões de encomendas no primeiro trimestre de 2026, mais 32% do que no mesmo período do ano anterior. As receitas aumentaram 31%, para 910,5 milhões de euros, com o negócio internacional a representar já 53% das receitas do Grupo.

De acordo com o comunicado de imprensa, o crescimento foi impulsionado sobretudo pelo negócio internacional, fora da Polónia, que passou a representar 53% das receitas.

 

O EBITDA ajustado situou-se nos 212,7 milhões de euros, menos 4% em termos homólogos, refletindo o desempenho da Polónia e da Zona Euro, parcialmente compensado pelos investimentos associados à transformação operacional no Reino Unido após a integração da Yodel.

“2026 começou alinhado com as nossas expectativas e, em várias áreas, até acima delas. Gerimos cerca de 360 milhões de encomendas no primeiro trimestre, mais 32% em termos homólogos, e os mercados internacionais já representam 53% das receitas do Grupo”, afirma Rafał Brzoska, fundador e CEO do Grupo InPost.

 

O responsável refere que a empresa continua a crescer, nas geografias internacionais, acima do conjunto do comércio eletrónico, reforçando a sua plataforma pan-europeia de logística out-of-home. Segundo Rafał Brzoska, “estamos a construir a única plataforma logística pan-europeia verdadeiramente centrada em soluções out-of-home, e os resultados do primeiro trimestre confirmam que a nossa estratégia está a funcionar”.

Na Zona Euro, o volume de encomendas aumentou 28% em termos homólogos, para 94,2 milhões de envios. O crescimento foi impulsionado pelo segmento B2C, que avançou 34%, e pela utilização de lockers, cujos volumes cresceram 48%.

 

As receitas na Zona Euro atingiram 261,8 milhões de euros, mais 27,5%, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 27,7%, para 35,3 milhões de euros. A margem de EBITDA ajustado manteve-se nos 13,5%.

Na Ibéria, a integração da Sending continua a avançar, combinando soluções de entrega ao domicílio com a rede out-of-home da InPost em Portugal e Espanha. A empresa mantém também a expansão da rede de lockers e Pontos Pack na região, para responder ao crescimento do comércio eletrónico e das entregas fora de casa.

 

Na Polónia, mercado mais maduro do Grupo, os volumes cresceram 8%, para 188,1 milhões de encomendas. O desempenho foi impulsionado pelos marketplaces internacionais e por comerciantes nacionais, sobretudo nos setores da moda e da beleza. As receitas neste mercado aumentaram 9,2%, para 425,3 milhões de euros, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 7,4%, para 200,2 milhões de euros, com uma margem de 47,1%.

No Reino Unido e na Irlanda, os volumes mais do que triplicaram, atingindo 76,9 milhões de encomendas, um crescimento homólogo de 220%. A evolução foi impulsionada pelo negócio C2C e pela consolidação da Yodel.

Rafał Brzoska destaca que o Reino Unido foi uma das regiões com maior destaque no trimestre. “A InPost já é a maior rede de logística out-of-home do país. A transformação da Yodel, que retomámos em janeiro, já se está a traduzir num melhor serviço para os consumidores britânicos: mais rápido, mais fiável e cada vez mais centrado em soluções fora de casa, embora ainda exija investimento”, afirma.

Durante o primeiro trimestre, a InPost instalou cerca de 3.500 novos lockers na Europa. No final do período, a rede totalizava 64.680 lockers e 94.868 pontos out-of-home em nove países europeus. O investimento do trimestre ascendeu a 360 milhões de PLN, destinado sobretudo à instalação e produção de novos lockers.

Na Zona Euro, a rede de lockers cresceu 53% em termos homólogos, para 21.092 unidades. No Reino Unido, aumentou 45%, para 14.623 dispositivos.

Para o segundo trimestre de 2026, a InPost prevê manter o crescimento homólogo do volume do Grupo na faixa dos “teen altos”, impulsionado pelo negócio internacional. A empresa mantém as previsões para o conjunto do ano, incluindo o objetivo de instalar aproximadamente 20.000 novos lockers ao longo de 2026 nos seus mercados.

 

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