A MC promoveu, a 5 de março, o fórum “O Novo Paradigma da Transparência Salarial: Desafios Jurídicos e Impactos na Gestão de Pessoas”, no âmbito do processo de preparação para a futura aplicação da diretiva europeia sobre transparência salarial, cuja transposição para a lei portuguesa deverá estar concluída até junho de 2026.
De acordo com o comunicado de imprensa, o encontro decorreu no Belmiro de Azevedo Learning Center (BALC) e reuniu cerca de uma centena de colaboradores, especialistas e decisores, numa iniciativa com dimensão estratégica e de formação, centrada na preparação das equipas para os desafios da transparência salarial.
Na abertura, Isabel Barros, administradora da MC responsável pela área de People, destacou a transparência salarial como um fator decisivo para reforçar a confiança nas relações laborais e preparar as organizações para o novo enquadramento regulatório.
Por sua vez, Carla Tavares, presidente da CITE, defendeu que a avaliação de funções deve centrar-se no valor intrínseco do trabalho, como forma de promover maior justiça e coerência salarial.
A primeira mesa-redonda focou-se nos desafios jurídico-laborais colocados pela diretiva, com os participantes a concluírem que a correção das desigualdades implicará mudanças profundas, embora progressivas.
A segunda debateu os impactos na gestão de pessoas, destacando o trabalho desenvolvido pela MC ao longo de mais de duas décadas na avaliação de funções como base da sua política remuneratória, bem como a necessidade de preparar as lideranças para práticas mais transparentes de comunicação e gestão salarial.
No encerramento, Vera Rodrigues, Head of People da MC, reafirmou o compromisso da organização com a preparação e formação das equipas e lideranças para a implementação da diretiva, com foco no reforço da equidade e da confiança dos colaboradores nas práticas de gestão de talento.

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