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Lusiaves vai investir 127 milhões para reforçar produção e melhorar instalações

Lusiaves vai investir 127 milhões para reforçar produção e melhorar instalações

A Lusiaves anunciou que até ao próximo ano planeia concretizar um conjunto de projetos que atingirão um montante global de 127 milhões de euros.

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Segundo a DISTRIBUIÇÃO HOJE apurou, estes investimentos serão para a construção de novos pavilhões de produção de frangos e galinhas; investimentos no centro de incubação já construído e que se encontra em funcionamento na Figueira da Foz; melhoramentos na Unidade de Transformação de Subprodutos já construída e em funcionamento, também na Figueira da Foz; na construção de novas linhas de abate e desmancha nos centros de abate do grupo.

Todos estes investimentos irão, segundo a empresa, “permitir reforçar a capacidade de produção de ovos, pintos, frangos, farinhas animais e o desenvolvimento de novos produtos”.

 

Os objetivos do Grupo passam “não só pela consolidação da presença e liderança em Portugal, mas também pelo aumento da exportação, particularmente para a vizinha Espanha”, sendo a meta ambiciosa, “estender essa liderança a toda a Península Ibérica, além de pretendermos ter uma palavra relevante no mercado europeu das carnes”, revela Avelino Gaspar.

A Lusiaves aproveitou ainda a comemoração dos seus 25 anos de atividade para apresentar uma nova identidade corporativa.

 

Para Avelino Gaspar, presidente do conselho de administração da Lusiaves “mais do que lançar uma nova identidade, assumimos um posicionamento alinhado com o nosso tempo: uma empresa na área agroalimentar que faz da inovação, da proximidade com os mercados, da responsabilidade ambiental e sociais âncoras da sua marca, numa visão prospetiva de qualidade portuguesa renovada. Celebramos 25 anos de história, mas também celebramos o presente com uma nova manifestação do nosso otimismo.”

Em 2010, o volume de negócios consolidado do grupo ultrapassou os 200 milhões de euros, verificando-se uma subida de 20% face a 2009. Já as exportações rondam os 10% da produção atual.

 

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