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Tecnologia

RFID, Big Data e IoT: Checkpoint Systems aponta caminhos para o retalho

 

A Checkpoint Systems reuniu recentemente em Madrid vários retalhistas e fabricantes nacionais e espanhóis para apresentar as suas mais recentes soluções tecnológicas para o setor. Em destaque estiveram as últimas inovações da empresa para o controlo de inventário em loja e armazém, gestão de frescos e segurança e proteção de artigos.

Segundo David Pérez del Pino, Diretor Geral da Checkpoint Systems em Espanha e Portugal, “em Portugal quase 31% dos internautas já estão a realizar compras online. Isto faz com que os retalhistas tenham que gerir os processos de compra desde o ponto de vista omnichannel tendo em conta, além do mais, que o consumidor exige interagir com o vendedor como nunca antes o tinha feito. Por sua vez, a cadeia de distribuição também suporta uma pressão enorme posto que o ato de compra exige disponibilidade imediata da mercadoria”.

Durante as apresentações, a Checkpoint mostrou as suas últimas novidades em controlo de inventário em loja e armazém, a gestão de produtos frescos com as últimas novidades relacionadas com a previsão e retirada de produtos caducados com a ajuda da tecnologia RFID, as novas antenas e etiquetas de proteção de artigos, e outras aplicações como o ShelfNet, que deteta de forma automática a necessidade de repor um produto quando se esvazia um linear.

Para além destas, outra das novidades da empresa foi a mais recente colaboração com a Microsoft Azure para análises previsíveis e em cloud para o comércio multicanal. “É que neste novo cenário comercial os dois grandes objetivos para o retalhista são a gestão correta da Internet of Things e o Big Data num ambiente cloud para gerir os inventários de maneira global e precisa em tempo real graças à tecnologia RFID”, revela a Checkpoint Systems.

“Esta tendência produz-se na nova geração de soluções de protecção electrónica de mercadorias (EAS 2.0), que permite captar dados em tempo real com a EVOLVE-Store da situação de cada loja no que diz respeito à afluência de clientes, tentativas de furto, entre outros. Outro polo de inovação é a RFID (identificação por radiofrequência) para conseguir uma rastreabilidade de toda a cadeia de distribuição e gestão de inventários”, acrescenta.

Por fim, a apresentação da empresa fez um ‘estado da arte’ em relação à etiquetagem em origem na indústria, que “continua a crescer sobretudo nas empresas nas quais é mais patente o compromisso das direções, o que possibilita a alienação organizativa e de recursos para a sua implementação.”

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