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COSEC

Retalho regista 1035 insolvências em 2013

Grupo dos maiores retalhistas mundiais aumenta vendas em 5%

Registou-se em 2013 um total de 6030 insolvências em Portugal, menos 10% que em 2012. De acordo com o “Estudo Anual COSEC Insolvências 2013”, o setor do retalho registou 1035 casos de empresas insolventes.

Segundo o estudo, os distritos de Lisboa (23%), Porto (23%) e Braga (11%) foram os que registaram mais casos de empresas insolventes e os setores Retalho, Serviços e Construção continuam a ser os três sectores de atividade mais afetados pelo desaparecimento de empresas.

A Construção registou 1539 casos, representando 26% do número total de insolvências de empresas. Os Serviços 1153 casos e o Retalho um total de 1035 registos de insolvências, representando 17% do total, menos 5% que no período homólogo.

 

Olhando em detalhe para o Retalho, o subsetor de Comércio a Retalho de Bens Industriais foi o com mais peso com cerca de 224 empresas (22%) a declararem insolvência. A este seguem-se o Comércio a Retalho de Produtos Têxtil e Calçado com 192 registos (19%), o Comércio Não Especializado e o Comércio a Retalho de Bens Alimentares, com 176 e 174 registos, respetivamente (17% dos casos ambos). O subsector de Comércio a Retalho de Produtos de Uso Doméstico foi o que registou o menor número de insolvências em 2013 no total do sector Retalho, com 40 casos. Á semelhança dos restantes setores, também no setor do Retalho 63% das empresas insolventes são Microempresas.

“2013 confirmou a melhoria do indicador, após um longo período de agravamento consecutivo do número de insolvências de empresas. Muitas foram as empresas nacionais que conseguiram encontrar formas de ultrapassar as adversidades e alcançar sucesso além-fronteiras”, refere Berta Dias da Cunha, administradora da COSEC.

 

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