Segundo o estudo, os distritos de Lisboa (23%), Porto (23%) e Braga (11%) foram os que registaram mais casos de empresas insolventes e os setores Retalho, Serviços e Construção continuam a ser os três sectores de atividade mais afetados pelo desaparecimento de empresas.
A Construção registou 1539 casos, representando 26% do número total de insolvências de empresas. Os Serviços 1153 casos e o Retalho um total de 1035 registos de insolvências, representando 17% do total, menos 5% que no período homólogo.
Olhando em detalhe para o Retalho, o subsetor de Comércio a Retalho de Bens Industriais foi o com mais peso com cerca de 224 empresas (22%) a declararem insolvência. A este seguem-se o Comércio a Retalho de Produtos Têxtil e Calçado com 192 registos (19%), o Comércio Não Especializado e o Comércio a Retalho de Bens Alimentares, com 176 e 174 registos, respetivamente (17% dos casos ambos). O subsector de Comércio a Retalho de Produtos de Uso Doméstico foi o que registou o menor número de insolvências em 2013 no total do sector Retalho, com 40 casos. Á semelhança dos restantes setores, também no setor do Retalho 63% das empresas insolventes são Microempresas.
“2013 confirmou a melhoria do indicador, após um longo período de agravamento consecutivo do número de insolvências de empresas. Muitas foram as empresas nacionais que conseguiram encontrar formas de ultrapassar as adversidades e alcançar sucesso além-fronteiras”, refere Berta Dias da Cunha, administradora da COSEC.

