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Novas tecnologias tornam imperativo diálogo entre retalhistas e consumidores

Novas tecnologias tornam imperativo diálogo entre retalhistas e consumidores

A  Jones Lang LaSalle divulgou  recentemente o quinto capítulo do estudo Retail 2020, intitulado «The End of Silent Retailing».

A  Jones Lang LaSalle divulgou  recentemente o quinto capítulo do estudo Retail 2020, intitulado «The End of Silent Retailing». Apresentado ao público pela primeira vez em Maio deste ano, o estudo revela as perspectivas para o retalho global na próxima década.

 

«The End of Silent Retailing» explica a forma como o crescimento das novas tecnologias irá tornar imperativo o diálogo entre os retalhistas e os consumidores. O capítulo aborda ainda de que maneira as redes sociais permitem os retalhistas tornarem-se parte da vida real dos consumidores e o impacto desta prática na experiência de compras como um todo. O crescente acesso à informação sobre os clientes e a sua melhor utilização são aspectos também desenvolvidas neste capítulo.

 

 

«Os retalhistas já começaram a conversar com os seus clientes via Facebook, Twitter e aplicações iPhone. Contudo, continuam a existir muitos lojistas que terão ainda de abordar os seus clientes através destas tecnologias e, ao longo da próxima década, dar resposta a este fenómeno crescente que será uma parte essencial de um retalho bem sucedido», comentou Manuel Puing, director-geral da Jones Lang LaSalle portugal.

 

 Robert Bonwell, CEO do departamento de retalho para a Europa, Médio Oriente e África da consultora, considera que através das redes sociais os retalhistas vão poder criar relacionamentos mais próximos com os consumidores. Porém, o gestor alerta para o facto deste estreitamento do canal de comunicação resultar tendencialmente numa transferência do controlo das marcas das mãos dos retalhistas para as mãos dos consumidores.

 

 

«Os retalhistas vão aceder a dados sofisticados que lhes permitam comercializar os seus produtos de forma personalizada e não para uma audiência massiva. A próxima década será palco de uma competição pela posse desta informação sobre o consumidor e os retalhistas que tenham ferramentas analíticas avançadas para descodificar abordagens inteligentes a partir desta informação serão os vencedores», refere o CEO.

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