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Tecnologia

Transformação digital: Economia da UE pode crescer em 2,8 triliões de euros

Transformação digital: Economia da UE pode crescer em 2,8 triliões de euros

A Amazon Web Services (AWS) revelou que se a adoção digital for acelerada, até 2030, poderá desbloquear na economia da União Europeia (UE) um valor de 2,8 triliões de euros, equivalente a 21% da economia atual do bloco comunitário. A conclusão é de um estudo encomendado à consultora independente Public First, para explorar o papel que a tecnologia cloud pode desempenhar.

O estudo salienta ainda que 55% do ganho estimado em valor acrescentado bruto (VAB) depende da computação na cloud.

 

O potencial de 2,8 triliões de euros em VAB compreende 1,3 triliões de euros que a UE já está em vias de atingir, mais 1,5 triliões de euros se o progresso digital for acelerado. Se o progresso não for acelerado, a UE alcançará apenas 45% do potencial. Ao atual ritmo de progresso, a realização do objetivo digital completo da UE só será atingido em 2040, dez anos depois do previsto.

Principais conclusões do estudo ‘Unlocking Europe’s Digital Potential’:

  • Digitalizar a economia global impulsionaria o crescimento em 20%, o que é 8,5 vezes o valor do crescimento do sector tecnológico da UE.
  • A escassez de competências digitais está a impedir o desenvolvimento de mais empresas digitalmente avançadas e abrandou o crescimento de 40% das empresas. Ao mesmo tempo que aumentou os custos em 33% e desacelerou o desenvolvimento de novas tecnologias em 35%.
  • Mais de 40% dos consumidores e mais de 50% das empresas escolheram a Internet mais rápida e fiável como a sua principal prioridade, em comparação com melhores infraestruturas, tais como, estradas, caminhos-de-ferro e aeroportos.
  • Entre as empresas europeias, 89% concordaram que a sustentabilidade manter-se-á ou crescerá como fator de peso nas decisões das empresas. No entanto, 44% das empresas, particularmente PME, não estão confiantes de que dispõem de ferramentas digitais adequadas para monitorizar e melhorar a sustentabilidade.
 

O estudo recolheu informações de mais de 6 500 consumidores e 7 000 empresas europeias.

 

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