Quantcast
Branded Content

Phoebus consolida estratégia na Europa com a PayStore e avança na conexão de novos meios de pagamento com o PhastPay

Phoebus consolida estratégia na Europa com a PayStore e avança na conexão de novos meios de pagamento com o PhastPay

Expandir operações no mercado europeu vai muito além de atravessar o oceano; o verdadeiro desafio está em dominar um cenário marcado pela fragmentação regulatória e por uma enorme diversidade de meios de pagamento locais. Durante o SmartPayments 2026, em Lisboa, a Phoebus apresentou a sua resposta a esse quebra-cabeça. Por um lado, a PayStore atua como a base central deste ecossistema, ligando adquirentes e processadoras com consistência para acelerar o time-to-market. Na ponta, a aplicação PhastPay unifica as opções de pagamentos instantâneos no SmartPOS, permitindo a expansão em múltiplos países de forma fluida. Para compreender como estas soluções se traduzem no dia a dia – e o que irá determinar o futuro competitivo do setor –, falámos com Cristiano Campos (CBGO), Aruanã Ama (Business Analyst) e João Neto (Software Engineer).

 

Com 28 anos de atuação, de que forma o historial da Phoebus no Brasil se traduz em vantagem competitiva na expansão internacional?
Aruanã Ama (AA): O Brasil possui um mercado altamente regulado e de altíssimo volume transacional. Isso obrigou-nos a desenvolver uma forte capacidade de compliance, estabilidade e baixa latência, essenciais na Europa. A nossa maturidade em pagamentos instantâneos permite levar uma abordagem de integração estruturada para o exterior. Por fim, a nossa escuta ativa aos clientes garante soluções alinhadas com as necessidades locais de cada região.

A PayStore atua como um hub de inteligência e adaptabilidade. Como esse conceito se consolida atualmente na Europa?
Cristiano Campos (CC): A PayStore é o núcleo da nossa estratégia para resolver a fragmentação europeia. Atua como uma camada de orquestração, ligando adquirentes, processadoras e bancos numa base única. Isto centraliza a gestão de aplicações e fluxos, reduzindo drasticamente a necessidade de integrações específicas por país, o que diminui o custo operacional. Mantemos padronização tecnológica, com a flexibilidade para responder a particularidades regulatórias e de negócios locais.

Cristiano Campos

Como o PhastPay atua para resolver esta fragmentação de meios de pagamento e de que forma já se prepara para inovações?
AA: O PhastPay nasceu para simplificar a operação no ponto de venda. Hoje, a Europa tem métodos locais muito fortes e distintos, como MB WAY em Portugal, Bizum na Espanha e Twint na Suíça. O PhastPay unifica todos num único aplicativo no SmartPOS. Para o comerciante, significa menos integrações e gestão unificada; para o consumidor, a fluidez de usar o método que preferir. Como a evolução dos pagamentos é contínua, já estruturamos o PhastPay para integrar novos modelos, como o Pix Internacional e as criptomoedas, sem fricção. Além disso, quando integrado com soluções como o MobiTEF, o PhastPay passa a fazer parte de um fluxo transacional ainda mais amplo, atuando de forma transparente no ponto de venda. Isto permite incorporar diferentes meios de pagamento com mais agilidade, controlo operacional e conciliação em tempo real. Entregamos, assim, uma camada de abstração que viabiliza escala internacional sem replicar integrações a cada novo país.

Aruanã Ama

Quais os maiores desafios para a adoção de criptomoedas no retalho?
AA: O desafio cultural e a confiança ainda pesam, a par de barreiras regulatórias, volatilidade e uma experiência de utilização frequentemente técnica. A solução passa por abstrair essa complexidade. O consumidor precisa pagar com cripto de forma tão simples quanto com um cartão, sem lidar com carteiras ou conversões complexas. Para o comerciante, a operação deve ser transparente, mantendo a previsibilidade na liquidação e nos fluxos do seu sistema atual.

Qual a importância estratégica das integrações com players como Shift4, Redsys e Cecabank para a operação europeia?
João Neto (JN): A Europa exige diálogo com as particularidades de cada ecossistema. A Shift4 oferece-nos uma infraestrutura robusta com presença internacional; a Redsys tem um papel fundamental no mercado espanhol; e a Cecabank reforça a ligação ao sistema bancário europeu como um todo. O grande diferencial da Phoebus é não estarmos dependentes de um único parceiro. A PayStore foi desenhada para integrar múltiplos adquirentes em simultâneo, permitindo máxima flexibilidade.

João Neto

No futuro dos pagamentos, o maior diferencial competitivo estará em criar novos meios ou em orquestrar essa diversidade?
CC: O verdadeiro valor estará na orquestração. A inovação tecnológica continuará a trazer novos meios de pagamento, impulsionada por mudanças de comportamento e regulação. No entanto, sem uma estrutura que ligue e padronize tudo isso, a complexidade operacional crescerá exponencialmente tanto para quem vende como para quem compra. É neste ponto crítico que a Phoebus se posiciona com a PayStore. O nosso foco não é apenas assistir ao surgimento de novos métodos, mas atuar como a camada que os torna utilizáveis, interoperáveis e comercialmente viáveis num ecossistema sustentável e de larga escala.

 

Não perca informação: Subscreva as nossas Newsletters

Subscrever