Quais as mais-valias da vossa solução Sage ERP X3, quer para a grande distribuição e retalho?
As empresas de comércio retalhista, grossista e prestadoras de serviços logísticos desenvolvem a sua atividade num mercado que se rege por rigorosas exigências de qualidade, uma forte internacionalização das transações e uma forte pressão dos agentes. Neste contexto, o controlo total da cadeia de abastecimento é fundamental. Os desafios relacionados com a gestão da cadeia de abastecimento, incluem responder cabalmente à procura e ao planeamento, reduzir os níveis de stock e garantir que os produto certos estão no lugar certo no tempo determinado.
Para responder a estes desafios, existem várias áreas de gestão essenciais, tais como, o armazenamento otimizado, controlo das margens operacionais, serviço ao cliente de qualidade e uma visão multi-localização, etc. Todos os processos operacionais e a gestão das atividades das empresas de comércio e distribuição têm que funcionar em perfeita combinação.
Com o mercado em constante modificação, a indústria de distribuição e comércio está totalmente dependente das tecnologias de informação. Estas influenciam as suas atividades e ainda influenciarão muito mais nos próximos tempos. O Sage ERP X3 está especialmente vocacionado para esta realidade, conjugando as tradicionais áreas funcionais inerentes a um ERP.
A implementação de boas práticas continua também a ser fundamental, bem como, a implementação de sistemas de inovação suportados pela tecnologia. Este são hoje os indicadores chave de um desempenho melhorado, competitividade e rentabilidade acrescidas. Outra das componentes chave para o setor do retalho são as soluções de front-office ou POS (Point of Sales). Neste caso, a abertura da plataforma do Sage ERP X3 é crucial e permite-nos oferecer uma grande variedade de opções. Dispomos a vantagem de ter na nossa oferta o Sage Retail que está totalmente integrado com o Sage ERP X3. E, também dispomos de integração nativa com outras soluções de parceiros, tais como, a Fujitsu ou o CPI Retail. Nestes casos, a tipologia de empresa no setor de retalho dita a escolha da melhor solução.
Um último fator determinante no caso da grande distribuição, está relacionado com o EDI (Electronic Data Interchange – Intercâmbio Eletrónico de Dados), onde desempenha um papel fundamental permitindo uma resposta mais rápida na troca de informação em todo o processo, desde a colocação da encomenda até ao envio da fatura.
E para as empresas da indústria agro-alimentar?
Existe um elevado grau de exigência na indústria agro-alimentar, que está associado ao cumprimento das normas vigentes, que estão em constante mudança. O cumprimento dos padrões de qualidade e a necessidade da respetiva certificação também é um fator determinante. Em relação ao controlo de custos, exige uma generalização de requisitos que são comuns a quase todos os setores de atividade e que requerem uma solução de gestão totalmente integrada.
Entre outras características do Sage ERP X3, destacamos a rastreabilidade de produtos a montante e a jusante, o controlo de qualidade, a gestão de conformidade e optimização de procedimentos, controlo de custos e gestão operacional de orçamentos.
No caso da implementação que fizeram na empresa Novarroz indicaram o aumento da eficácia das vendas. Como sucedeu essa alteração?
Existia uma grande necessidade de automatizar a maioria dos processos de negócio com clientes, parceiros e fornecedores. O Sage ERP X3 funcionalmente correspondia ao elevado grau de exigência que a empresa e o sector industrial requeriam e na sua implementação estes foram os pontos críticos a ter em conta.
Estes fatores foram facilitados devido ao fato do Sage ERP X3 ser uma ferramenta bastante flexível e de fácil utilização, proporcionando uma total integração da informação, melhoria da eficiência e o controle total de custos, incrementando a eficiência de forma generalizada em todo o processo operacional da empresa.
Neste contexto, as vendas beneficiaram dos ganhos de eficiência em praticamente todos os departamentos relacionados, sendo a parte mais visível a implementação da mobilidade que permite gerir a sua força de vendas totalmente automatizada.
Também na intervenção que fizeram na Novarroz indicaram que os resultados superaram as expetativas. A que se ficou a dever essa superação?
Existiam áreas que estavam relegadas para uma segunda fase e outras que não tinham sido consideradas. No entanto, devido aos resultados de uma implementação externamente eficiente, podemos concentrar mais esforços em algumas áreas mais particulares do negócio, tais como, a aquisição de matérias-primas, controlo automatizado da produção (chão de fábrica), gestão contratual de vendas e descontos, bem como, todo o processo de exportação e controlo orçamental e de reporting.
Outra área onde o Sage ERP X3 superou as expectativas foi no cumprimento dos regulamentos exigentes nesta indústria e na resposta às exigências legislativas e fiscais.
Como está a correr o ano de 2014 para a Sage, em matéria de vendas?
No caso da atividade Midmarket as vendas têm corrido bastante bem, estando a superar os nossos objetivos fixados em Outubro de 2013. A Sage encerra em Março o semestre e, neste momento, estamos com um crescimento em relação ao ano anterior de 19%.
Estamos também bastante orgulhosos por Lisboa ter sido escolhida para acolher a convenção mundial Sage ERP X3, que vai ocorrer em Maio de 2014. Os nossos resultados não são alheios desta escolha obviamente.
Quais os vossos principais clientes na área da Distribuição e Retalho?
Temos vários clientes nas duas áreas que estão distribuídos nacional ou internacionalmente. Destacamos apenas algumas referências; Novarroz, Aviludo, CAF, Luis Vicente, Quinta do Noval, Agriloja, Ten to Ten, Mecofarma, Marques – Comércio por grosso, etc…

