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Economia

Portugueses acreditam que serão afetados pela crise provocada pela pandemia

Um quarto das empresas sem dinheiro para um mês de salário

Na semana em que se adensaram os rumores sobre a austeridade, e em que o Primeiro-Ministro, em entrevista ao semanário Expresso, afirmou “temos de evitar a todo o custo ter austeridade, não ajudaria, só complicaria”, os portugueses parecem estar conscientes da real situação e não têm dúvidas que vão sofrer quebras nos seus rendimentos devido à crise provocada pela COVID-19: 98,8%, revelam os dados mais recentes do Barómetro de Opinião COVID-19 da Marktest.

Situa-se agora nos 40%, o valor daqueles que afirmam já terem sido afetados financeiramente pela crise. Ainda assim, 72,8%, afirmam que continuam a ter capacidade financeira para fazer face a todas as despesas domésticas, estando este valor em linha com o registado nas últimas 3 semanas.

 

23,2% referem que começam a sentir algumas dificuldades financeiras para fazer face às mesmas e 4% já não conseguem fazer face a todas as despesas domésticas, por quebra no rendimento familiar. São sobretudo as mulheres e o escalão dos 35/54 anos, que referem esta dificuldade.

E apesar de vivermos em Estado de Emergência, declarado até ao próximo dia 2 de maio, diminuiu 5 p.p., a percentagem de portugueses que se encontram confinados nas suas casas, face há uma semana.

 

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