A responsável adiantou ainda que será criado, em breve, um novo selo “Escolha do Consumidor Sénior” que pretende estimular as marcas portuguesas a ajudarem “a integrar os seniores”.
De acordo com a consultora o consumidor sénior pretende “ser visto como um consumidor normal, integrado na sociedade e ser economicamente ativo, através do consumo e querem consumir, ter saúde e bem estar, e sentir que envelhecer é normal”.
A redescoberta
Entre outras ideias, e de acordo com Ana João Sepúlveda irá começar a existir um novo tipo de consumidor nos séniores como “as novas jovens”, mulheres viúvas, ou sem filhos ou com filhos fora do seu encargo que voltarão a namorar, a consumir maquilhagem, a vestir outro estilo de roupa mais jovem, “o que vai obrigar a industria do têxtil a mudar um pouco as suas estratégias”.
Há contudo alguns problemas que as marcas devem contornar, uma vez que ser velho não é aspiracional e existem algumas limitações físicas que, também aí se podem tornar oportunidades de desenvolvimento de novos produtos por parte das marcas.
A consultora dedicada para mais de 40 anos tem como missão Contribuir ativamente para que as empresas tirem o maior partido da nova configuração sócio demográfica portuguesa e mundial, onde as pessoas com 40 ou mais anos já são a maioria da população.

