No discurso de inauguração do V Congresso da APED, o governante indicou: “se me perguntarem de onde virão as inovações para a nossa economia nos próximos anos, a minha resposta é simples: não sei. Todos os setores devem estar abertos à inovação. Não cabe ao Governo dirigir, ou presumir que consegue dirigir as inovações na economia. Cabe aos empresários, aos trabalhadores, aos investigadores, aos cientistas: são eles os inovadores. São eles os agentes da criatividade, experiência e liberdade. Não é o Estado. E muito menos será o Governo”.
O responsável indicou ainda que o crescimento económico deveu-se em grande medida “a esta propensão para fazermos coisas novas, gerarmos ideias novas, introduzirmos práticas novas. E depois submetê-las ao teste de realidade, ao teste do mercado, ao testo do ser humano”.

