Explicando como é possível “conduzir” o shopper dentro da loja para o levar a efetivar a compra, o orador, que participou com um caso de estudo na 5ª Conferência Dh, defendeu que atualmente “o consumidor move-se pelos conteúdos, mais do que pela funcionalidade”.
“Desde que entramos num espaço vamos sendo estimulados. Alguns desses estímulos provocam reações, outros não, alguns constituem memória futura”, indicou. Funcionalidade, conteúdos e narrativa são portanto elementos indispensáveis à construção da experiência de compra.
Concluindo, Luís Lança referiu que o shooper precisa de funcionalidade para que perceba rapidamente e de forma eficiente onde está aquilo que precisa ou quer. Mas para garantir uma verdadeira experiência que ajude a fidelizar o consumidor, o retalhista tem de apostar no valor emocional.
E é esse valor emocional que acrescenta valor aos conteúdos (objetivos), é dinâmico e promove a ação, presume uma intenção genérica mas admite alterações em função do desenvolvimento do cliente, é adaptativa e de resultado final aberto e pode ser customizada e influenciar a próxima visita.

