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Produção

Sumol + Compal com faturação de 166 milhões no primeiro semestre

sumol compal

A Sumol + Compal registou no primeiro semestre do ano “um bom desempenho operacional e financeiro”, com as vendas totais a subirem 20,7% para 166,4 milhões de euros. De acordo com a empresa, os resultados dos primeiros seis meses do ano foram suportados, sobretudo, pelas “condições favoráveis em Portugal” e pelo “reforço da presença das suas marcas em mercados africanos.”

A faturação da empresa no mercado português atingiu os 111,6 milhões de euros, um crescimento de 12,7%. As restantes geografias, por outro lado, continuaram a demonstrar “um forte desempenho”, registando um incremento nas vendas de cerca de 42,1%, para um total de 54,8 milhões de euros.

O volume de negócios da empresa ascendeu a 170 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 19,9%

Numa nota enviada às redações, a Sumol + Compal revela que o volume de negócios da empresa ascendeu a 170 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 19,9% face ao período homólogo. O peso da atividade internacional nas vendas da empresa, por outro lado, já representava 32,9% no final de junho.

Em volume, as vendas da empresa cresceram 7,5% para 199,3 milhões de litros: as vendas dos refrigerantes progrediram 8,5%, para 101,8 milhões de litros, as dos sumos e néctares subiram 7,1%, para 52,8 milhões de litros, e as das águas avançaram 9,4%, para 27,0 milhões de litros, enquanto as de cervejas decresceram ligeiramente.

A empresa está neste momento a ultimar os trabalhos para o arranque de uma unidade industrial nos arredores de Luanda

 “A conjuntura, no primeiro semestre de 2015, foi, de facto, favorável à operação da Sumol + Compal. Contudo, deve ter-se em conta também o reforço da diferenciação das nossas marcas, a aposta continuada na internacionalização, a qualidade e inovação dos produtos disponibilizados no mercado e também as nossas pessoas, que com o seu talento e empenho tornaram possíveis estes resultados”, refere Duarte Pinto, CEO da Sumol + Compal.“Estamos conscientes do desafio mas queremos continuar a aproveitar este enquadramento até final do exercício de forma a consolidarmos a performance registada no primeiro semestre”, acrescenta.

A empresa, que já mantém, a nível internacional, atividade em Moçambique, está neste momento a ultimar os trabalhos para o arranque da operação da empresa numa unidade industrial nos arredores de Luanda, em Angola, que deverá iniciar a produção no terceiro trimestre deste ano.

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