É já nos próximos dias 28 e 29 de junho que a joalharia portuguesa ruma a Macau no âmbito de uma mostra promovida pela Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal (AORP) e pelo Consulado Geral de Portugal em Macau e Hong Kong. Esta ação está integrada na campanha ‘Portuguese Portuguese Jewellery À La Carte’, uma estratégia para promover a joalharia portuguesa nos mercados internacionais.
Fátima Santos, Secretária-geral da AORP, explica que “o objetivo é criar um formato de promoção paralelo ao das feiras, em que conseguimos transmitir mais eficazmente a essência e o universo de valores que distinguem a joalharia portuguesa, como a manualidade, materializada na demonstração ao vivo de filigrana portuguesa”.
“Macau era já um desejo antigo. Não só pela ligação histórica e cultural que nos une, mas também na sequência de várias participações de sucesso numa das maiores feiras de joalharia do mundo, em Hong Kong, sendo a China um dos nossos mercados-alvo. Esta conjuntura aliada ao importante envolvimento do Consulado português, tornou Macau no ponto de partida perfeito para as ações de promoção que estamos a preparar no âmbito da nova campanha de internacionalização e que visam reforçar a nossa presença em mercados estratégicos”, acrescenta a responsável.
No âmbito desta iniciativa, estarão a ser apresentadas sete marcas portuguesas de joalharia que, de acordo com a AORP, “representam a essência da joalharia portuguesa, numa fusão entre a tradição da arte e da técnica e a sofisticação do design contemporâneo”, incluindo a Dos Santos, marca de joalharia de luxo da autoria dos irmãos Marco e Nuno Santos, Liliana Guerreiro, uma das mais proeminentes designers de joalharia contemporânea, Inês Barbosa, uma das mais antigas oficinas de filigrana, J. Soares, uma marca de joalharia full-service e ainda três marcas sob alçada da Rota de Filigrana de Gondomar: ARPA, J. Monteiro de Sousa e a centenária Topázio.

