A STEF anunciou que vai investir 13 milhões de euros na construção de uma nova plataforma logística na cidade da Maia, com conclusão prevista para o verão de 2025.
A empresa, de origem francesa, conta atualmente com 12 infraestruturas distribuídas de norte a sul, estando presente em Portugal desde 1995, tendo vindo a crescer ano após ano, explica o comunicado de imprensa.
Deste crescimento, “nasce a necessidade de construir uma nova plataforma que acompanhe esse desenvolvimento e densifique a rede de distribuição da empresa”.
A comunicação refere ainda que o investimento estará 100% nos ativos da STEF, sendo que, com a construção da plataforma, a empresa pretende “acompanhar os atores da indústria agroalimentar a norte do rio Douro e criar oportunidades para se desenvolverem em Portugal e no resto da Europa, efetuando transportes mais rápidos através de serviços logísticos inovadores e diferenciados”.
“A plataforma que hoje apresentamos é mais um passo na trajetória de ambição e aposta em Portugal, permitindo-nos dar melhores respostas a uma cadeia de valor cada vez mais exigente, para além de continuar a ser parte ativa e central no desenvolvimento do setor da restauração e alimentação em Portugal e na Europa”, referiu Mickael Tomas, Diretor-Geral da STEF Portugal.
E continua: “ao fortalecer a nossa rede de distribuição nesta região cumprimos um dos nossos princípios com os clientes/parceiros de cada dia: estar próximo”.
A nova plataforma ocupará um terreno com uma dimensão total de 55.000 m², possuirá um cais de refrigerado, com uma área total de 5.000 m² e uma câmara de congelados com 1.200 m². Terá 42 portas de cais e garantirá temperaturas controladas, com o cais de transporte refrigerado entre +2/+4ºC e a câmara de congelados entre -20/-25ºC. A área de escritórios estará distribuída por dois pisos, contando ainda com uma instalação de lavagem para a higienização da frota própria.
Segundo a nota de imprensa, as instalações vão apresentar tecnologias ecológicas, para estarem alinhadas com a política “Moving Green” do Grupo, como por exemplo: painéis fotovoltaicos que irão cobrir 15 a 20% do consumo anual de energia da plataforma e um grupo de frio com um gás natural NH3 (isento de HFCs) amigo do ambiente que não prejudica a camada de ozono: GWP =0.
 

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