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Rendas no mercado do retalho baixam

Rendas no mercado do retalho baixam

As rendas prime do mercado de retalho caíram em quase todas as regiões do mundo, à medida que a recessão mundial afectou o consumo privado e as vendas do comércio de retalho.

As rendas prime do mercado de retalho caíram em quase todas as regiões do mundo, à medida que a recessão mundial afectou o consumo privado e as vendas do comércio de retalho.

As rendas prime de retalho correspondem ao valor máximo de renda que é expectável ser pago por uma cadeia internacional pelo aluguer de um espaço (quer seja de rua ou num centro comercial, dependendo do mercado) de elevado qualidade, com a melhor localização de um determinado mercado.

De acordo com mais recente estudo da consultora imobiliária da CB Richard Ellis (CBRE), Global Retail MarketView a procura de espaços comerciais diminuiu na maior parte dos mercados em todo o mundo, como consequência da diminuição do consumo e do aumento do desemprego em muitos países. Os mercados em crescimento foram os mais afectados, com Buenos Aires a ter o maior declínio anual das rendas de retalho, com uma queda de 37%, seguido de Varsóvia com um decréscimo de 33% e Washington com uma quebra de 26%. Apesar de alguns mercados continuarem a registar aumentos face ao ano anterior, a tendência é de decréscimo na maioria dos casos.

Em termos do mercado nacional, o valor das rendas nos centros comerciais prime e nas ruas de comércio prime tem-se mantido estável nos €80 por metro quadrado por mês, resultado da existência de poucos espaços de qualidade disponíveis. Já nos retail parks, registou-se uma diminuição no valor da renda, que se fixou no final do 2° trimestre em 11 euros por metro quadrado ao mês.

De um modo geral assistimos a uma clara tendência para a redução dos valores de arrendamento face à necessidade dos lojistas em compensar a quebra registada no consumo.

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