A análise revela ainda que são os jovens entre os 18 e os 24 anos que mais contam aumentar as suas nos próximos meses (38%) e que os indivíduos entre os 55 e os 65 anos são os menos confiantes: 77% dos inquiridos não esperam aumentar as poupanças.
Quando questionados se “nos próximos meses pensam aumentar as suas despesas” 30% dos consumidores entre os 25 e os 34 anos esperam fazê-lo, uma subida significativa em relação ao ano de 2011, quando apenas 17% dos indivíduos contava gastar mais. Os portugueses entre os 55 e os 65 continuam a ser os que menos esperam aumentar as suas despesas. Em 2011 a percentagem chegava aos 90%, em 2012 desce, ficando pelos 80%.
“2012 tem sido um ano particularmente difícil para os portugueses, que viram os seus rendimentos e poder de compra diminuir significativamente. Com a diminuição dos rendimentos é natural que as intenções de poupança diminuam também. Já o aumento das intenções de despesa, justifica-se pelo aumento dos preços de alguns produtos e bens essenciais”, afirma Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

