Falando em nome “dos mais de 25 mil colaboradores” que emprega, aquela cadeia, através de um panfleto distribuído nas suas lojas, partilhou com os clientes “três verdades fundamentais que não têm obtido a atenção devida”.
Pedro Soares dos Santos, administrador-delegado da Jerónimo Martins, que assina a comunicação, esclarece que “a sede social e a residência fiscal do Pingo Doce mantêm-se, como sempre, em Portugal e nunca a sua alteração esteve em questão”.
Sobre as obrigações sociais e fiscais do Pingo Doce com o Estado português, estas “continuarão a ser honradas como sempre foram”, mantendo esta cadeia “a sua sede e a sua residência fiscal em Portugal, continuando a contribuir social e fiscalmente neste país, sem qualquer alteração”, esclarece aquele panfleto.
Conclui a Jerónimo Martins dizendo que “tudo o que ouvir ou ler em sentido contrário ao que aqui [no panfleto] afirmamos pode considerar, sem margem para qualquer dúvida, falso e/ou demagógico”.

