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Consumo

Millennials: a geração do “entusiasmo lúcido” prefere, afinal, as lojas físicas

Millennials: a geração do “entusiasmo lúcido” prefere, afinal, as lojas físicas

58% dos Millennials portugueses gostam de fazer compras e dão preferência às lojas físicas em detrimento das lojas online. Quem o diz é o mais recente estudo Observador Cetelem Consumo 2018, que revela também que os consumidores com mais de 35 anos têm uma perceção negativa em relação a esta geração e bastante contrária à autoanálise desta geração.

O estudo indica também que apesar de o consumo desta geração não ser tão digital como nos habituámos a pensar, “os Millennials integram mais o digital na sua experiência de consumo e querem que as lojas tenham em consideração as suas preferências.”

Consumidores europeus voltam a estar otimistas

Para além disso, os resultados agora publicados mostram que os consumidores europeus, e os portugueses, voltam a estar otimistas e confiantes quer com a situação do país como com a sua situação pessoal, vislumbrando um futuro “promissor”.

Millennials veem o futuro com “otimismo racional”

Uma das principais conclusões do documento prende-se com o facto de as gerações mais velhas fazerem duros julgamentos em relação às gerações mais novas. O Observador Cetelem Consumo 2018 mostra, assim, que esta é “uma geração positiva, com entusiasmo lúcido”, mas vista pelos consumidores com mais de 35 anos como “materialistas (40%), individualistas (31%), preguiçosos (28%), impacientes (29%) e imaturos (31%)”.

O estudo sublinha ainda que a “a Geração Y do nosso país se destaca das restantes na sua orientação e dedicação ao trabalho, fruto da conjuntura económica do início da década, que privou muitos de oportunidades e os obrigou a atalhar por caminhos inicialmente pouco expectáveis.”

Por fim, importa também destacar o futuro do comércio físico imaginado por esta geração. “Para muitos, na próxima década muitas das imagens que nos habituámos ver em histórias de ficção científica serão postas em prática e tornar-se-ão realidade: do atendimento virtual ao A-commerce”, conclui o Observador Cetelem.

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