O estudo concluiu que a atividade de promoção imobiliária alcançou níveis significativos, com 29,6 milhões de metros quadrados em construção, o que equivale à totalidade do espaço combinado existente em França, Reino Unido e Alemanha.
Em Portugal, à parte do comércio de rua nas localizações prime, o mercado de retalho está bastante retraído. Em 2010 a oferta de novos complexos atingiu o mínimo histórico e 2011 também ficou muito aquém da média registada na última década. “Para 2012, não se prevê qualquer abertura e os projetos que estão atualmente em construção só deverão abrir ao público em 2013”, sublinha a consultora em comunicado.
Em mercados emergentes como China, Turquia e Índia, regista-se muito mais atividade do que nos mercados mais maduros da Europa Ocidental e América do Norte.
No que toca a Portugal, “a revitalização, remodelação ou mesmo rebranding de centros comerciais já estabelecidos, mas menos competitivos, são tendências atuais que deverão manter-se no futuro”, afirma Maria Empis, consultora sénior da CBRE.
Atualmente, as cidades chinesas dominam a atividade de construção de centros comerciais. Das 180 cidades em análise, exatamente metade da totalidade do espaço de centros comerciais em construção está na China, sendo a Ásia responsável por 70% dos projetos presentemente em construção.

