A empresa portuguesa disse ainda ao Jornal de Negócios considerar ser ainda muito cedo para avaliar de forma pormenorizada o início da operação africana, que tem apenas ano e meio, mas disse que “decorre dentro das expectativas”.
As duas primeiras lojas representaram já vendas de 2,2 milhões de euros no final de 2012.
“Demorámos quatro anos a criar a primeira unidade em Angola e parte da perspetiva que tínhamos foi confirmada. O que aconteceu é substancialmente positivo, mas é preciso cuidado (porque) ainda não temos a experiência suficiente para saber como isto impacta no mercado local”, apontou Alberto Teixeira.

