Numa altura em que as grandes superfícies têm visto a sua quota de mercado cair, o desafio é “tornar esse conceito mais próximo para evitar que essa quota continue a decrescer”, acrescentou o responsável.
Depois da integração da marca Modelo no Continente, “falta materializar a proximidade na experiência de compra e isso vai ver-se no futuro”. João Paulo Seara sublinha ainda que essa mudança “vai estar patente nalgumas reformulações, muito em breve”.
Com uma quota de 26% no mercado de distribuição moderna em Portugal, a aposta da marca centra-se sobretudo na fidelização dos clientes. “Nesta fase, o crescimento em Portugal já não se faz via políticas de penetração, mas sim de fidelização”. Com três milhões de aderentes, o cartão Continente é “uma ferramenta muito importante para fidelizar clientes e conhecer os seus hábitos de compra”, reconhece.

