Neste acordo ficou determinado que o capital será detido em 51% pela Condis e em 49% pela Sonae, cabendo à Sonae a gestão operacional.
Segundo a Sonae, “esta parceria insere-se no quadro de desenvolvimento estratégico” sendo que a mesma se revela “uma oportunidade de crescimento internacional muito relevante ao mesmo tempo que permite o reforço da diversificação do estilo de investimento”.
Este projeto revela-se como muito aliciante para a Sonae, uma vez que o PIB per capita angolano, de acordo com o FMI, em 2010, cresceu 2,5% e, em 2011, deverá aumentar mais de 7%. A isto acresce ainda o facto de se perspetivar que, em 2020, a população total de Angola atinja os 25 milhões de habitantes, com poder de compra crescente, sendo que o retalho moderno organizado no país, ainda represente menos de 10%.
O projeto ficará agora a aguardar a apreciação final das autoridades angolanas competentes.

