O estudo tem por objetivo apontar fatores de competitividade que existem em Portugal e que podem tornar o país “numa plataforma de excelência no setor dos serviços”, sublinha a CCP em comunicado. Serviços que vão da I&D, ao desenvolvimento de software, aos serviços de valor acrescentado prestados à distância, aos projetos e consultadoria em engenharia e arquitetura, ao franchising.
Exportar serviços e conceitos a partir de Portugal, evidenciar os fatores de competitividade que existem e ter a capacidade de antecipar oportunidades nos mercados externos, pressupõe que exista “um setor de serviços dinâmico direcionado para a globalização, um setor diversificado, especializado e integrado nas redes globais com capacidade de fornecer soluções integradas para várias cadeias produtivas”.
Serão ainda apontadas propostas para apoio à internacionalização dos serviços, como o incentivo ao investimento nas parcerias público-privadas para assegurar a rápida instalação de redes de telecomunicações em banda larga. O estudo salienta também que as empresas deste setor, “pelo papel chave que têm na criação de emprego”, deveriam beneficiar de taxas de IVA inferiores.

