A opção de colocar o estudo à venda apenas para não associados da APAN, disponibilizando-o ao mercado, prende-se com a “relevância dos dados obtidos e das tendências reveladas, numa fase em que a otimização de investimentos é cada vez mais decisiva e determinante para o sucesso e sustentabilidade dos negócios”. Quem o diz é Manuela Botelho, secretária-geral da APAN, que reforça a necessidade crescente de conhecer os comportamentos dos consumidores e as tendências de consumo dos diferentes media. “Temos uma nova geração de consumidores, com outros hábitos e outra exigência, e é fundamental que possamos saber de que forma é que essa geração consome os diferentes media, onde o faz e como”.
Intitulado “O (novo) consumo de media em Portugal”, o estudo apresentado na conferência da APAN, em novembro, revela as grandes novidades sobre o consumo dos media numa fase em que a fragmentação é progressiva. Se por um lado se destaca a liderança da televisão como o meio mais utilizado, por outro, acentua-se a complementaridade dos meios e as várias combinações possíveis, que se diferenciam de acordo com a faixa etária.
Segundo este estudo profundo, a televisão é utilizada por 99% dos inquiridos, logo seguida pelo mobile com 90%, “um meio em clara ascensão”.
Manuela Botelho justifica também a pertinência que este estudo pode ter para anunciantes, agências e meios, “decidimos colocar o estudo à venda pois inclui informação relevante e, neste momento, única no mercado”.

