Jorge Henriques sublinhou o receio com o risco de deflação “que irá ameaçar o ajustamento económico do país”.
“Existe ainda a ameaça de mais impostos e, mais do que a carga fiscal, a permanente incerteza que afasta o investimento nacional e internacional, simultaneamente Portugal conta com os valores mais altos da energia e dos combustíveis, se comparados com o resto da Europa”, sublinhou, acrescentando que a economia dos bens transacionáveis não pode continuar a pagar pela economia dos não transacionáveis.
Jorge Henriques afirmou ainda que urge uma maior afirmação de Portugal no mundo global no setor alimentar e das bebidas. “Sem uma marca forte, Portugal nunca poderá atingir as metas a que se propõe”, indicou.
Por fim, e no discurso de abertura do 5º Congresso da FIPA, Jorge Henriques sublinhou que a FIPA tem três objetivos para a indústria alimentar e das bebidas: “crescimento da economia, foco no consumidor e sustentabilidade”.
O Congresso decorre durante esta terça-feira, dia 28 de outubro, no Convento do Beato, em Lisboa.

