Na qualidade de presidente da Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia (APTECE), José Borralho “repudia este ato e sobretudo o comportamento conivente do Governo. Portugal já conta com sete produtos típicos na lista dos produtos em vias de extinção. Não tenho qualquer dúvida que a aprovação desta medida é um atentado às tradições portuguesas e colocará o bacalhau salgado seco, tal como o conhecemos, nesta triste lista”.
O eurodeputado Capoulas Santos também lamentou o recuo do executivo português que acabou por votar a favor da introdução de polifosfatos no bacalhau e Paulo Mónica, secretário-geral da Associação dos Industriais de Bacalhau (AIB), diz que a decisão significa a “destruição da indústria” e representa a “certidão de óbito para as empresas nacionais”.

