A Logista Strator, plataforma tecnológica do grupo Logista especializada na gestão do retalho, iniciou atividade em Portugal, com uma proposta orientada para a digitalização e integração de processos no comércio de proximidade.
De acordo com o comunicado de imprensa, a entrada no mercado português insere-se na estratégia de consolidação ibérica da empresa, que procura replicar em Portugal o modelo já desenvolvido em Espanha, onde conta com mais de 9.000 clientes e 10.000 terminais ativos.
Segundo a informação divulgada, o retalho português continua a operar, em grande parte, com processos pouco digitalizados, apesar do crescimento superior a 3% registado pelo setor do comércio e retalho em 2025, de acordo com dados da Eurostat.
A comunicação avança ainda que cerca de 45% das PME do setor não têm presença digital e 65% não realizam vendas online, evidenciando níveis distintos de maturidade tecnológica no mercado.
A Logista Strator chega a território nacional com uma proposta que visa combinar software, hardware e serviços conectados. A proposta passa por integrar sistemas que atualmente funcionam de forma isolada, permitindo aos retalhistas centralizar operações, melhorar o controlo financeiro e tomar decisões com base em dados.
A empresa disponibiliza soluções de gestão de ponto de venda, sistemas de gestão inteligente de numerário, terminais e equipamentos, bem como ferramentas de análise de desempenho. Num contexto de pressão sobre margens e necessidade de otimização de custos, a automatização de processos, incluindo a gestão de numerário, é apresentada como uma área relevante para melhorar a eficiência e reduzir perdas operacionais.
Carlos Vasques Guedes, diretor-geral da Logista Strator Iberia, considera que o mercado português apresenta oportunidades de crescimento associadas à transformação tecnológica do retalho.
“Portugal é um mercado com grande potencial de crescimento, mas também com desafios estruturais ao nível da digitalização e da eficiência operacional. Identificamos uma oportunidade clara para apoiar o comércio de proximidade na transição para modelos mais integrados e orientados para dados, com impacto direto na rentabilidade”, afirma.
A nota de imprensa sublinha ainda que a empresa prevê desenvolver parcerias com operadores e empresas tecnológicas locais, com o objetivo de contribuir para um ecossistema de retalho mais conectado e eficiente.

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