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Economia

Confiança dos consumidores portugueses atinge novo máximo

pessoas na rua

O indicador de confiança dos consumidores portugueses manteve a tendência positiva em setembro e voltou a registar um novo máximo, atingindo o valor mais elevado desde 2001. De acordo com os dados revelados esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística, o aumento reflete, sobretudo, “o contributo positivo das perspetivas sobre a evolução da poupança e das expectativas sobre evolução da situação financeira do agregado familiar e da situação económica do país, mais significativo no primeiro caso.”

Os dados do INE mostram que o indicador de confiança dos consumidores passou de -17,3 pontos em agosto para -15,7 em setembro, uma melhoria também em relação ao mesmo mês do ano anterior, em que o indicador se havia fixado nos -23,2 pontos.

Por outro lado, o indicador de clima económico estabilizou. No período em análise (setembro), o indicador de confiança diminuiu na Indústria Transformadora e no Comércio, estabilizou na Construção e Obras Públicas e aumentou ligeiramente nos Serviços.

Segundo o INE, a diminuição na Indústria Transformadora deve-se ao contributo negativo de todas as componentes, às perspetivas de produção, às apreciações sobre os stocks de produtos acabados e relativas à procura global. Já no Comércio, a quebra parece ter sido causada pelas expectativas de atividade e das apreciações sobre o volume de vendas, mais significativo no primeiro caso.

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