A associação refere ainda que se revê “na afirmação do Vice-Presidente da Comissão Europeia, que identifica com clareza a questão – trata-se de defender a igualdade concorrencial entre as pequenas e médias empresas fornecedoras e retalhistas do sector alimentar versus os fabricantes multinacionais e retalhistas de grandes dimensões.”
A APED participou ativamente a nível europeu na elaboração de um código de Boas Práticas, o “The voluntary innicciative for the supply chain”, o que fez de Portugal o primeiro país a cumprir o número de adesões estipuladas para o mesmo – os cinco maiores retalhistas portugueses são signatários, desde 2013.
“A APED lamenta mais uma vez que não existam em Portugal estudos aprofundados sobre o funcionamento da cadeia de valor alimentar, cadeia de abastecimento, o que em muito tem prejudicado a discussão à volta das questões que lhe são inerentes e volta a relembrar a necessidade de se criar em Portugal um organismo independente que monitorize o funcionamento do sector agroalimentar”, refere a diretora-geral da APED, Ana Isabel Trigo Morais.

