O inquérito demonstrou ainda que 6% dos portugueses poupa de forma pontual através de subsídios de natal, férias e prémios. Verificou-se também que 8,6% dos portugueses admite não fazer qualquer tipo de poupança.
Quando questionados sobre os métodos de poupança, 46,8% afirmou fazer transferência para a conta a prazo e 22,6% admitiu utilizar o mealheiro para guardar as poupanças. O investimento em produtos bancários (PPR’s, Ações, Obrigações, etc.) é uma opção de poupança para 12% dos inquiridos.
“Os rendimentos dos portugueses diminuíram nos últimos anos, mas por outro lado, os consumidores passaram a ter mais cuidado na sua gestão orçamental. Começaram a ter a preocupação de cortar em algumas despesas e aumentar as suas poupanças. Com a crise passámos a ter consumidores mais conscientes. A poupança é, sem margem de dúvida, uma forma de proteção, salvaguarda as famílias de terem maneira de responder a imprevistos ou despesas inesperadas”, afirma Diogo Lopes Pereira, diretor de Marketing do Cetelem.

