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Cerveja

APCV faz ode às mulheres que bebem cerveja

A Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja (APCV) vai colocar no ar uma nova campanha de comunicação que tem como figura central as mulheres que gostam de cerveja e que não têm problemas em assumi-lo. Esta é apenas a primeira fase de uma estratégia de comunicação da APCV que pretende promover o consumo de cerveja e a categoria junto dos consumidores nacionais.

Sob o mote “Quando Gosto, Não Mudo”, a campanha que estará presente em imprensa, Internet e em mupis, começa agora em junho, mas terá uma segunda vaga em setembro, colocando no ar um spot publicitário que conta a história de uma mulher numa galeria de arte a observar o comportamento alheio.

“Numa abordagem simples e subtil, a campanha elogia a natural autoconfiança feminina ao trazer para primeiro plano mulheres reais que, numa atitude de liderança, assumem as suas escolhas, nomeadamente o gosto pela cerveja, enquanto bebida que se encaixa no seu estilo de vida”, explica a Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja.

Esta campanha de comunicação é, segundo a associação, “o início de uma nova etapa na comunicação publicitária da APCV ao elevar o produto e a categoria junto dos consumidores, com especial enfoque no target feminino. Esta orientação estratégica é reflexo dos últimos estudos, que apontam que as mulheres são um dos principais veículos de sofisticação da categoria.”

Francisco Gírio, secretário-geral da APCV, explica que “até agora as nossas campanhas publicitárias focaram-se no papel que o setor cervejeiro tem para a economia nacional. Mas chegou o momento de nos dirigirmos aos consumidores, com mensagens diferentes das que são transmitidas pelas marcas comerciais. Portanto, a campanha Love Beer, que é promovida pela associação europeia do setor, The Brewers of Europe, encaixa-se perfeitamente no nosso mercado dado que, de acordo com os estudos nacionais, as mulheres têm tido um enorme peso no crescimento e sofisticação do setor cervejeiro. Por outro lado, queremos fazer um elogio muito justo à mulher portuguesa.”

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