A The Navigator Company recebeu a classificação máxima “A” no Supplier Engagement Assessment 2025 do CDP, avaliação que reconhece o desempenho das empresas no envolvimento da cadeia de abastecimento em matéria de sustentabilidade e ação climática.
O reconhecimento destaca a capacidade da empresa de alargar à cadeia de valor a sua abordagem climática, envolvendo fornecedores, produtores e parceiros. A distinção junta-se às classificações máximas “A”, nível Leadership, já alcançadas pela Navigator nos questionários CDP Climate Change e CDP Forests, associados à descarbonização, gestão sustentável da floresta e transparência ambiental.
O Supplier Engagement Assessment é uma avaliação anual do CDP que analisa a forma como as empresas integram a ação climática na cadeia de abastecimento. A metodologia considera áreas como o envolvimento de fornecedores, a gestão de riscos climáticos, a monitorização das emissões de Scope 3 — emissões indiretas associadas à cadeia de valor — e a definição de metas de redução alinhadas com a transição para uma economia de baixo carbono.
A relevância da classificação é reforçada pela dimensão da rede de abastecimento da Navigator, que integra cerca de 8.000 fornecedores, dos quais 71% são nacionais. Esta cadeia abrange áreas como madeira e biomassa, químicos, energia, logística e serviços especializados.
A gestão responsável desta rede integra a Agenda 2030 de Negócio Responsável da empresa, com metas orientadas para o reforço de critérios ESG na avaliação e seleção de parceiros, promoção de práticas sustentáveis, qualificação de fornecedores e aposta na saúde, segurança e formação de quem opera com a Navigator no terreno.
A empresa tem vindo a posicionar a sustentabilidade como eixo central da sua estratégia industrial e florestal. A Navigator foi a primeira empresa portuguesa, e uma das primeiras a nível mundial, a assumir o compromisso de descarbonizar os seus complexos industriais até 2035, antecipando em 15 anos as metas nacionais e europeias. A execução das iniciativas do roteiro de descarbonização deverá representar um investimento superior a 350 milhões de euros entre 2019 e 2028.
Em 2023, na sequência dos investimentos realizados, a Navigator decidiu antecipar em três anos as metas intermédias de emissões. A empresa prevê alcançar em 2026 os objetivos inicialmente definidos para 2029, ano em que as emissões diretas de CO₂ fóssil deverão ser cerca de 60% inferiores às de 2018. Em 2024, a redução era já de 41%.
Em 2025, 78% da produção de energia elétrica gerada pela Navigator teve origem em fontes renováveis. A empresa é responsável por 3% da energia elétrica produzida em Portugal, incluindo 34% da eletricidade produzida a partir de biomassa no país. As renováveis representaram também 80% da energia primária consumida pela empresa.
A The Navigator Company é um produtor integrado de floresta, pasta, papel, tissue, soluções sustentáveis de packaging e bioenergia. Em 2025, registou um volume de negócios de 1.970 milhões de euros, vendendo mais de 90% dos seus produtos para fora de Portugal, com destino a 117 países. A empresa representa cerca de 2,5% das exportações nacionais de bens e mais de 30 mil empregos diretos, indiretos e induzidos.
Navigator distinguida como empresa mais atrativa do setor industrial para trabalhar em Portugal

