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Volume de negócios da Sonae cresce 5,8%

Volume de negócios da Sonae cresce 5

A Sonae teve um aumento de 5,8% no seu volume de negócios, apesar do cenário de deflação verificado em 2009. A empresa aumentou a sua quota de mercado no retalho, reforçou a aposta na internacionalização (através da entrada em força no território espanhol), no parque de lojas e desenvolvimento de centros comerciais em todo o mundo.

A Sonae teve um aumento de 5,8% no seu volume de negócios, apesar do cenário de deflação verificado em 2009. A empresa aumentou a sua quota de mercado no retalho, reforçou a aposta na internacionalização (através da entrada em força no território espanhol), no parque de lojas e desenvolvimento de centros comerciais em todo o mundo.

Procedeu a uma reorganização de toda a estrutura empresarial e implementou uma estratégia mais complexa, de forma a gerar crescimento económico e social de uma forma sustentável. Aos accionistas da Sonae vai ser distribuído um dividendo 5% acima do valor de 2008, como forma de premiar a aposta destes no grupo.

Em 2009, a inovação ao serviço da sustentabilidade continuou a ser uma prioridade do grupo. Os resultados tiveram impacto na organização, tanto a nível financeiro como social. Foram criados 1.935 postos de trabalho (atingindo o marco de 39.372 colaboradores) e as acções de formação junto dos colaboradores voltaram a ser aposta da empresa.

O volume de negócios consolidados ascendeu a 5.665 milhões de euros, mais 5,8% do que no ano anterior, o EBITDA atingiu 667 milhões de euros (+8%) e o EBITDA recorrente encontra-se nos 633 milhões de euros (+5,3%). O resultado líquido directo da Sonae registou um aumento de 11%, sendo 171 milhões de euros atribuídos aos accionistas (mais 12 milhões do que em 2008).

Para 2010, a Sonae vai prosseguir com a expansão na área do retalho e reforçar a internacionalização da sua actividade, bem como o investimento em parcerias.

Por sua vez, a Sonae Sierra consolidou a sua estratégia de expansão e internacionalização ao longo de 2009. Encerrou o ano com um portfólio de 51 centros comerciais em operação distribuídos em sete países, com uma ABL de sensivelmente 2 milhões de m². Registou um resultado líquido negativo em 159.9 milhões de euros, face ao resultado líquido negativo de 185.5 milhões de euros no período homólogo de 2008.

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