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Vendas líquidas da operação DIA em Portugal crescem 4,3% no 1.º trimestre

grupo DIA

As vendas líquidas atribuídas à operação do grupo DIA – detentor das insígnias Minipreço e Clarel no nosso país – registaram um crescimento de 4,3%, no primeiro trimestre de 2020, face ao mesmo período do ano anterior, passando de 142,7 para 148,9 milhões de euros.

Já as vendas brutas aumentaram, segundo comunicado da companhia, detida agora pela LetterOne, em 5,7% face a período homólogo de 2019, atingindo os 209,6 milhões de euros, informando o grupo DIA que número de lojas reduziu-se em sete desde 31 de dezembro de 2019 (de 576 a 569), com o número líquido de lojas transferidas de franquiados a próprias a ascender a 14.

 

No que toca à globalidade da operação DIA, o grupo informa que as vendas líquidas atingiram os 1.696 milhões de euros, correspondendo a uma descida de 2,1% face aos 1.732,8 milhões de euros do primeiro trimestre de 2019.

Já quanto ao lucro líquido atribuível, este passou de 151,3 para 142,6 milhões de euros, correspondendo a um decréscimo de 5,7% face ao primeiro trimestre de 2019.

 

No comunicado que acompanha a divulgação dos resultados do primeiro trimestre deste ano de 2020, o presidente do grupo DIA, Stephan DuCharme, refere que os resultados alcançados neste trimestre foram “apoiados numa firme disciplina de custos e no reforço da estrutura financeira, com fluxos de dinheiro positivos, uma descida da dívida líquida graças à melhoria do perfil de vencimentos e à otimização do capital circulante”.

DuCharme reforça que, “graças ao êxito conseguido o ano passado com a incorporação ao negócio do talento de mais alto nível, restabelecendo os ‘princípios básicos da distribuição’”, foi criado um novo modelo de exploração do Grupo que se baseia em reforçar e potenciar a direção de cada país com o apoio de uma ágil estrutura central”.

 

Depois de completada a primeira fase de transformação de negócio, iniciada em maio de 2019, a segunda fase da transformação do negócio da DIA já está em marcha e as equipas de direção de cada país implementarão de forma ativa a rota definida, com supervisão de resultados, orientação estratégica e atribuição de capital da estrutura corporativa central.

As prioridades imediatas para 2020, refere o grupo DIA, “incluem o desenvolvimento da proposta de valor comercial da DIA e o novo conceito de loja baseado nas lições retiradas da primeira fase, nos comportamentos de consumo pós-COVID-19, assim como no maior alcance dos projetos online e de entrega rápida”.

 

O grupo também anunciou os seus objetivos ligados à “rota estratégica”, com crescimento das vendas liquidas apoiadas consistentemente em vendas comparáveis (Like-for-Like), juntamente com o arranque gradual de outras iniciativas entre as quais se incluem remodelações e relocalizações, assim como, novas aberturas a partir de 2022.

No que diz respeito à operação portuguesa, o grupo revela que, em Portugal, “foi produzido um impacto positivo com o aumento da frequência no abastecimento, as melhorias de equipamento nas lojas para destacar uma melhor oferta de produtos frescos, cortes em custos e planos de eficiência, incluída na renegociação de alugueres de imóveis”.

Relativamente às vendas nos outros países onde o grupo DIA opera, Espanha registou um aumento de 1,9% nas vendas líquidas, passando de 1.039,9 para 1.059,9 milhões de euros neste primeiro trimestre de 2020. No Brasil, por sua vez, as vendas líquidas caíram 23,1% face a período homólogo, passando de 327 para 251 milhões de euros. Mais a sul, na Argentina, as vendas líquidas subiram 5,6% para 235,8 milhões de euros.

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