Em declarações ao Jornal de Negócios, António Casanova referiu que a redução das vendas da empresa (detida a 55% pela anglo-holandesa Unilever e a 45% pela portuguesa Jerónimo Martins) “é muito menor” do que a de outros países do sul da Europa. “O que não é alegria nenhuma, mas é uma boa comparação sobre como correu o ano”, acrescentou.
Para 2012 a expectativa é menos negativa, com o responsável a apontar para um recuo de 1% a 2% do volume de negócios. “Portanto, como espero cair tão pouco, ainda tenho a ambição de não cair, de todo”, salientou o administrador.
“Temos a noção de que não vai ser apenas um ano difícil. 2012 é o segundo de uma série de anos que não perspetivamos muito fáceis. Mas estamos super otimistas. Sabemos que há uma crise lá fora, mas decidimos não participar nela”, afirmou Casanova.

