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Instabilidade política pode prejudicar perceção sobre a Jerónimo Martins

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A instabilidade deverá penalizar o comportamento da Jerónimo Martins, a maior cotada do mercado português, segundo os analistas do Barclays. 

De acordo com o Diário Económico, os analistas disseram numa nota de investimento que “a atual instabilidade política em Portugal, assim como a continuação da visibilidade limitada do ambiente económico e as flutuações cambiais nos emergentes irão provavelmente continuar a pesar na perceção dos investidores”.

A penalizar ainda a avaliação estão as perspetivas para a evolução dos resultados. Os analistas do banco britânico anteveem que os resultados do segundo semestre, que serão divulgados a 31 de julho, “forneçam mais provas do momento de desaceleração da Jerónimo Martins”.

 

O Barclays antecipa um lucro de 89 milhões de euros no segundo trimestre, mais cinco milhões que no mesmo período de 2012. Apesar da subida, e tendo em conta a cotação da ação, os analistas calculam que a Jerónimo Martins transaciona com um prémio de 90% face ao setor, o que “aparenta ser excessivo”. O rácio preço-lucros estimado para este ano é de 24,6 vezes o que compara com o indicador de 13 vezes do setor.

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