Em termos absolutos, o volume de negócio da América Latina progrediu cerca de 8,1% para os 4,421 milhões de euros, tendo em conta as vendas de combustível e as taxas de câmbio atuais, avança o jornal Oje.
Por outro lado, a empresa destaca o “salto espetacular” que registou na Argentina, com um aumento de 19,2%, em moeda constante, traduzindo-se em 805 milhões de euros. O mesmo sucedeu no Brasil, onde cresceu 5,7% para os 3,173 milhões de euros e ainda na Colômbia, com um crescimento de 7,2% alcançando 443 milhões de euros.
Em contrapartida, os mercados domésticos de França e Europa tiveram um desempenho totalmente contrário.

