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Supply Chain

“Passo importante” na gestão logística: Portos ligam terminais de contentores à JUL e ao SiMTeM

“Passo importante” na gestão logística: Portos ligam terminais de contentores à JUL e ao SiMTeM Direitos Reservados

A Administração do Porto de Lisboa (APL) e a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS) concluíram a ligação dos seus maiores terminais de contentores à Janela Única Logística (JUL), garantindo uma comunicação integrada com o SiMTeM – Sistema Integrado dos Meios de Transporte e das Mercadorias, o novo sistema aduaneiro da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).

De acordo com o comunicado de imprensa, a entrada em produção do SiMTeM representou um “desafio relevante” para os portos nacionais e, no caso da APL e da APSS, este processo coincidiu com a ligação em simultâneo à JUL dos terminais Yilport Liscont (Lisboa) e Yilport Sadoport (Setúbal), ambos concessionados ao grupo YILPORT.

 

O projeto envolveu a Administração Portuária conjunta, a INDRA, as equipas locais dos terminais e a Yilport Holding, ao nível dos sistemas de informação.

Iniciado em abril do ano passado, culminou na ligação dos Terminal Operating Systems (TOS) à JUL e, a partir desta, ao SiMTeM, estando operacional desde 5 de dezembro, com comunicação em tempo real, 24 horas por dia, sete dias por semana.

 

“Esta integração representa um passo importante na gestão logística e na rastreabilidade da mercadoria, ao abranger os processos de escala do navio, declaração de carga, estadia em porto e movimentação por via marítima, ferroviária e rodoviária”, lê-se na nota de imprensa.

A JUL passa também a permitir a integração com outros módulos estruturantes, como o CUP – Cartão Único Portuário, o GOS – Gate Operating System e o GAS – Gate Announcement System, reforçando a automatização, a fiabilidade da informação e a visibilidade das operações portuárias.

 

Numa fase seguinte, a Administração conjunta pretende valorizar os dados gerados por esta integração para otimizar processos de gestão e faturação, desenvolver métricas operacionais e implementar soluções de Business Intelligence.

Está também prevista, ao longo do ano, a extensão deste modelo a outros terminais e segmentos de carga, incluindo granéis sólidos, líquidos e carga fracionada, bem como a novos módulos da JUL.

 

 

 

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