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Pingo Doce põe cromos ao serviço das escolas com o novo Programa “Escola Feliz”

Pingo Doce põe cromos ao serviço das escolas com o novo Programa “Escola Feliz” Direitos Reservados

O Pingo Doce apresentou, a 24 de março, o Programa “Escola Feliz”, uma nova iniciativa de responsabilidade social dirigida a escolas do ensino básico ao ensino secundário. Numa primeira fase, o projeto arranca no distrito de Lisboa e propõe um modelo de envolvimento entre escolas, famílias e comunidades locais, com o objetivo de reforçar recursos em áreas como tecnologia, criatividade e desporto.

A iniciativa parte da identificação de carências concretas no setor educativo, nomeadamente ao nível da falta de equipamentos e da valorização dos espaços escolares, e assenta numa lógica de mobilização comunitária.

 

Em entrevista à Distribuição Hoje, Filipa Pimentel, diretora de Desenvolvimento Sustentável e Impacto Local do Pingo Doce, explica que esta primeira edição foi desenhada como um projeto-piloto, com capacidade para abranger cerca de 1.000 escolas e mais de 320 mil alunos.

Ao longo da conversa, a responsável detalha o funcionamento do Programa “Escola Feliz”, as razões que tiveram na origem da iniciativa, o papel atribuído às comunidades locais e a forma como esta fase servirá para avaliar o impacto do modelo antes de uma eventual expansão a outras regiões do país.

Filipa Pimentel, diretora de Desenvolvimento Sustentável e Impacto Local do Pingo Doce

 

Em que consiste, na prática, o Programa “Escola Feliz” e que tipo de apoio vai chegar às escolas?
O Programa “Escola Feliz” do Pingo Doce” é uma nova iniciativa de responsabilidade social que pretende contribuir para a melhoria das escolas através da mobilização das comunidades locais.

A primeira edição já está a decorrer no distrito de Lisboa, abrangendo cerca de 1.000 escolas, públicas e privadas, do ensino básico ao secundário e ensino especial. As escolas acumulam cromos entregues aos clientes nas lojas do distrito de Lisboa até dia 18 de maio e podem trocá‑los por equipamentos nas áreas de tecnologia, artes, desporto e recreio, disponibilizados num catálogo especialmente desenvolvido para o programa.

 

Entre os equipamentos disponíveis encontram‑se computadores portáteis, tablets, quadros interativos, materiais de criatividade, kits de robótica, mesas de matraquilhos, equipamentos desportivos e materiais de recreio.

O Programa “Escola Feliz” do Pingo Doce” é uma nova iniciativa de responsabilidade social que pretende contribuir para a melhoria das escolas através da mobilização das comunidades locais.

 

O que vos levou a lançar esta iniciativa?
A “Escola Feliz” nasce da relação de proximidade que o Pingo Doce mantém com as comunidades há mais de 45 anos e também do conhecimento adquirido ao longo de 5 edições do programa “Bairro Feliz”.

Por um lado, sabemos que as escolas são o coração das comunidades. É nelas que se formam cidadãos e que se constroem futuros. Por outro lado, reconhecemos que, apesar do enorme empenho de professores, auxiliares e direções, persistem desafios reais como equipamentos em falta ou espaços que precisam de ser potenciados e que, muitas vezes, precisam apenas de um pequeno apoio para se tornarem possíveis.

A experiência do Bairro Feliz mostrou‑nos isso de forma muito clara: 29% das candidaturas recebidas em 5 edições pertencem à categoria de “Educação e Escolas”, revelando que esta é uma área com necessidades significativas e que justificava um apoio adicional e um programa dedicado.

Foi precisamente por isso que criámos o Programa “Escola Feliz”, uma iniciativa que tem como objetivo equipar e melhorar as escolas, envolvendo a comunidade que fará chegar os cromos às escolas, porque acreditamos que tem um papel essencial na construção de ambientes educativos mais inspiradores, inclusivos e capazes de potenciar o talento e o bem‑estar de todos os alunos.

Que investimento está associado a esta iniciativa e quantas escolas deverão ser abrangidas nesta primeira fase?
A primeira edição do Programa “Escola Feliz” decorre no distrito de Lisboa e tem capacidade para abranger cerca de 1.000 escolas, públicas e privadas, do 1.º ao 12.º ano e ensino especial, impactando mais de 320 mil alunos. O investimento final dependerá do nível de participação e do número de cromos acumulados por cada escola.

Não colocámos um limite de cromos que as escolas podem reunir. Quantos mais a escola conseguir juntar, mais prémios pode ganhar.

A primeira edição do Programa “Escola Feliz” decorre no distrito de Lisboa e tem capacidade para abranger cerca de 1.000 escolas, públicas e privadas, do 1.º ao 12.º ano e ensino especial, impactando mais de 320 mil alunos.

Que diagnóstico fez o Pingo Doce antes de lançar o Programa “Escola Feliz”?
Antes da criação do Programa “Escola Feliz”, o Pingo Doce identificou um conjunto de necessidades claras no setor educativo.

Tornou‑se evidente que a educação é uma área particularmente carente de recursos, revelando desafios persistentes, como a falta dos equipamentos. Muitas destas necessidades desbloqueiam‑se com um apoio simples, mas que faz toda a diferença. E achamos fundamental convidar toda a população para fazer parte deste programa, contribuindo com os cromos que são às escolas.

Tornar esta missão – apoiar as escolas – uma responsabilidade de toda a comunidade e não apenas do Pingo Doce. E é desta forma colaborativa que o Pingo Doce acredita que faz sentido trabalharmos a responsabilidade social e o impacto local.

Porque é que o programa arranca apenas no distrito de Lisboa? Há previsão de alargamento a outras zonas do país?
O lançamento no distrito de Lisboa corresponde a uma fase piloto cuidadosamente desenhada, que permitirá testar o modelo do Programa “Escola Feliz”, a sua mecânica de participação e o nível de mobilização das comunidades.

Optámos por iniciar num único distrito para garantir uma implementação controlada, mas com dimensão suficiente para gerar insights robustos. Esta abordagem permite‑nos acompanhar de perto todo o funcionamento, recolher feedback direto das escolas e das equipas em loja, ajustar processos e medir resultados de forma rigorosa.

Esta primeira edição é fundamental para avaliar o impacto da iniciativa, recolher aprendizagens e validar todos os processos antes de avançarmos para uma expansão para outras regiões do país.

Optámos por iniciar num único distrito para garantir uma implementação controlada, mas com dimensão suficiente para gerar insights robustos.

De que forma é que famílias e comunidades locais serão envolvidas no programa?
A mobilização comunitária é um eixo central do programa. Os clientes das lojas Pingo Doce do distrito de Lisboa vão receber cromos por cada 20 euros em compras com Cartão Poupa Mais ou App O Meu Pingo Doce, recebendo um cromo extra sempre que a compra inclua 5 euros em fruta e legumes.

Basta depois entregá‑los à escola do bairro ou a um aluno que leve para a sua escola, contribuindo diretamente para que esta acumule pontos e possa trocar por equipamentos. As próprias escolas são incentivadas a envolver famílias, vizinhos e comunidade local para potenciar a sua participação.

Que compromissos concretos assume hoje o Pingo Doce em relação à continuidade deste programa nos próximos anos?
O lançamento do Programa “Escola Feliz” reforça, acima de tudo, o compromisso histórico do Pingo Doce com as comunidades.

Sendo esta uma primeira edição piloto, o foco está em garantir uma implementação bem-sucedida e avaliar o impacto do programa junto das escolas e das comunidades envolvidas.

Com base nessa avaliação, será possível definir os próximos passos e analisar a continuidade e eventual expansão da iniciativa, sempre com o objetivo de gerar valor real para a comunidade escolar.

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