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Sustentabilidade

iServices aposta em projetos de compensação climática

iServices aposta em projetos de compensação climática Direitos Reservados

A iServices anunciou que adotou uma estratégia de compensação que visa mitigar as “emissões inevitáveis” da sua operação, com o intuito de reforçar “a sua responsabilidade climática de forma transparente e mensurável”.

De acordo com o comunicado de imprensa, para neutralizar as emissões de carbono, referente às emissões diretas (âmbito 1) e indiretas (âmbito 2), que totalizaram cerca de 33 toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e), em 2024, a empresa decidiu apoiar um projeto no Malawi, em África.

 

Neste sentido, a iServices selecionou o Improved Cook Stove Project 1, um projeto certificado pelas Nações Unidas através do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (CDM), que visa substituir fogões tradicionais por fogões eficientes, reduzindo em 66,7% o consumo de lenha por família, diminuindo a desflorestação e melhorando a qualidade do ar e da saúde pública.

De acordo com o comunicado, a empresa escolheu apoiar o Projeto de Nkhata Bay pela sua capacidade de gerar impacto direto, mensurável e certificado, beneficiando mais de 200 mil pessoas.

 

A contribuição da iServices passa pelo apoio à missão da organização Ripple Africa, que promove o uso de fogões energeticamente eficientes, reduzindo a queima de cerca de 80 mil feixes de lenha por semana. Além disso, os fundos são direcionados para outras iniciativas da organização, como a plantação de árvores, conservação de florestas e construção de mais de 85 mil fogões.

“Compensar emissões não é apenas neutralizar números; é transformar realidades humanas, enquanto trabalhamos paralelamente para reduzir as nossas emissões. Foi com este propósito que escolhemos apoiar um projeto onde o impacto é visível, mensurável e verdadeiramente transformador para milhares de vidas. Este é um passo concreto para reforçar o nosso compromisso com as pessoas e o planeta”, afirmou Vânia Guerreiro, Diretora de Comunicação da iServices.

 

E continua: “ao mesmo tempo, temos vindo a rever os nossos contratos de fornecimento de energia, garantindo a aquisição de eletricidade proveniente de fontes 100% renováveis — mais uma medida que demonstra que a nossa transição energética está em curso e assente em decisões reais”.

 

 

 

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