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Maioria dos consumidores pretende reduzir gastos de Natal devido à pressão económica

Maioria dos consumidores pretende reduzir gastos de Natal devido à pressão económica iStock

A maioria dos consumidores portugueses (82%) admitiu que o contexto económico vai influenciar as compras de Natal, levando muitos a cortar despesas em artigos não essenciais (31%), procurar opções mais baratas (28%) ou simplesmente reduzir o número de presentes (21%).

As conclusões dão da Klarna, que divulgou novos dados sobre os comportamentos e expectativas dos consumidores portugueses para a época natalícia.

 

Os dados divulgados mostraram também que os consumidores portugueses estão mais atentos e disciplinados não que toca à gestão das finanças. Para otimizar o orçamento das compras de Natal, 55% afirmou aproveitar promoções, muitas vezes associadas a pesquisa prévia e planeamento antecipado (40%). O controlo apertado das despesas, registando todos os gastos, é referido por 26%, enquanto 19% afirmou utilizar ferramentas de comparação de preços. Além disso, 10% disse recorrer já a soluções de cashback, incluindo as disponibilizadas pela Klarna.

“Apesar das restrições impostas pelo atual panorama económico, os portugueses procuram equilibrar responsabilidade financeira com o desejo de oferecer algo especial”, referiu Inês Fiuza Marques, Country Manager da Klarna em Portugal.

 

E continua: “o Natal este ano será marcado por escolhas mais conscientes, e o recurso crescente a soluções de pagamento como o BNPL, seja com cartão físico ou digital, mostra que os portugueses valorizam flexibilidade e controlo, sobretudo numa altura em que cada euro conta”.

De acordo com o estudo, a maioria dos inquiridos (66%) disse que iria gastar até 500 € em presentes de Natal. A análise mostrou que 41% prevê um gasto entre 50 € e 250 €, e só 18% aponta para os 500 €. O calendário também pesa: 55% afirmou iniciar as compras entre as duas últimas semanas de novembro e as duas primeiras de dezembro. Apenas 3% começa antes de outubro e 2% deixa tudo para a véspera.

 

Independentemente do calendário ou do orçamento, o entusiasmo mantém-se: um terço dos inquiridos disse sentir motivação na procura do presente ideal. Mesmo assim, 27% reconheceu que a pressão de acertar no presente para cada pessoa gera stress, e 20% admite sentir ansiedade ao gerir o orçamento.

Além disso, o inquérito mostrou ainda que 32% dos portugueses usou “Buy Now, Pay Later” (BNPL) nos últimos 12 meses, um aumento de 300% face aos 8% registados em 2024. As principais motivações são a gestão mais flexível do orçamento (27%), a oportunidade de aproveitar promoções sem perder o momento (23%) e a possibilidade de adquirir produtos de valor mais elevado (12%).

 

Segundo a análise, o cartão de débito mantém-se como o método preferido nesta fase de descontos (57%), mas a abertura a novas soluções está a crescer: 44% considerou útil ter um cartão de débito com opção de ativar o “Buy Now, Pay Later” (BNPL).

 

 

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