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Quietinho em Casa chega ao Brasil

Quietinho em Casa chega ao Brasil

Em menos de três semanas, a plataforma portuguesa Quietinho em Casa atravessou o Atlântico, onde pretende capacitar milhões de habitantes a comprar online. Em Portugal, o projeto já conta com mais de 30 voluntários, mais de 140 mil visitas e 116 soluções disponíveis.

Lançado no âmbito do movimento tech4COVID19, o Quietinho Em Casa nasceu com o objetivo de ajudar os portugueses a adquirir bens e serviços sem que para isso fosse necessário sair de casa. Com a mesma missão, o projeto chega ao Brasil, numa altura em que o impacto do novo coronavírus se começa a sentir.

“Tal como o próprio projeto, também a adaptação ao contexto brasileiro surgiu num ambiente entre amigos, e agora esta solução pode chegar a milhões de pessoas. A verdade é que se este é um problema global, então as soluções também o devem ser”, afirma João Pinho, um dos responsáveis do Quietinho em Casa.

Para Caroline Arice, a responsável por implementar o projeto no Brasil, a iniciativa é cada vez mais relevante.

“Só mais recentemente é que começámos a ser impactados pela pandemia, o que nos traz a grande vantagem de aprender com outros países as medidas e boas práticas para ultrapassar este momento da melhor forma possível. Assim, mal soube do Quietinho em Casa, procurei saber sobre ele e perceber como é que o poderíamos adotar no Brasil. Em colaboração com a equipa portuguesa, em apenas poucos dias, lançámos a plataforma e o desafio agora tem sido adaptar os tutoriais para aquelas que são as soluções disponíveis no nosso país. Acredito que será tão bem recebido junto da população brasileira, como foi em Portugal”, explica.

Até ao momento, a plataforma brasileira conta com uma equipa ainda pequena e tem 11 vídeos publicados, sendo que o objetivo é conseguir disponibilizar o maior número de soluções em breve.

Depois do Brasil, a equipa portuguesa vê a possibilidade de impactar ainda mais pessoas.

“A ambição é continuar a crescer e traduzir o conteúdo para inglês por forma a que outros países também possam importar o projeto”, remata João Pinho.