Retalho

Vendas da Jerónimo Martins atingem os 12,8 mil M€ nos primeiros nove meses do ano

Entre janeiro e setembro, a Jerónimo Martins registou um volume de vendas global de 12,8 mil milhões de euros, um crescimento de 7,3% face ao período homólogo. De acordo com os resultados divulgados esta terça-feira (30 de outubro) pela companhia, o lucro atingiu um total de 292 milhões de euros, mais 2,4% do que em igual período de 2017.

Vendas do Pingo Doce crescem 5,1%

O Pingo Doce chegou ao final de setembro com um volume de vendas acumulado de 2,8 mil milhões de euros, um aumento de 5,1% face a 2017. Durante este período, a insígnia abriu oito novas lojas e remodelou 32 unidades, e lançou 146 produtos de marca própria. O Pingo Doce conta agora com 430 unidades em todo o país.

Já o Recheio, cadeia grossista da companhia, registou um volume de vendas de 739 milhões de euros, mais 3,5% do que em igual período de 2017, contando agora com uma rede de 42 lojas.

Biedronka não abranda crescimento

A Biedronka, aquela que continua a ser a ‘estrela’ do Grupo Jerónimo Martins, alcançou um volume de vendas de 8,6 mil milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um crescimento de 6,5% face a 2017. No período em análise, a Biedronka abriu 54 novas lojas e remodelou outras 153, prevendo abrir entre 40 a 50 novas unidades ainda até ao final de 2018. Atualmente, a insígnia polaca conta com 2850 lojas.

As vendas da Ara, na Colômbia, por sua vez, atingiram um total de 439 milhões de euros, um incremento de 52,2% face aos primeiros nove meses de 2017. No período em análise, a insígnia abriu 36 novas lojas, contando agora com uma rede de 475 unidades.

Já a Hebe, que conta já com 207 lojas, registou vendas de 144 milhões de euros, mais 24,4% do que em 2017.

Pedro Soares dos Santos, Presidente do Grupo Jerónimo Martins, sublinha que “o foco inalterado de todas as insígnias no crescimento de vendas e na preferência do consumidor levou ao muito bom desempenho apresentado nos nove meses. Num contexto, ainda não estabilizado, de adaptação à proibição de abrir lojas em alguns Domingos, a Biedronka continuou a ganhar quota de mercado (+1.7p.p. acumulado a agosto) e a garantir a sua rentabilidade operacional. Este desempenho foi conseguido com menos 16 dias de vendas e num contexto de baixa inflação alimentar. Em Portugal, o Pingo Doce e o Recheio registaram um desempenho notável, impulsionado por iniciativas comerciais eficazes. Na Colômbia, a Ara expandiu a rede de lojas e a infraestrutura logística. A companhia conseguiu estabilizar o valor das perdas ao nível do EBITDA e está a registar progressos em variáveis-chave de rentabilidade com relevância fundamental para o futuro. Suportado pelo desempenho conseguido até agora, estou confiante de que todos os nossos modelos irão entregar um sólido 4T, em termos de crescimento de vendas e de rentabilidade.”

Nos primeiros nove meses do ano, a Jerónimo Martins investiu cerca de 476 milhões de euros.