A inversão nos resultados deve-se, segundo a Sumol+Compal, “à queda de vendas em Portugal” e ao aumento dos custos de produção, “designadamente das matérias-primas”, diz a empresa, em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Impacto negativo nos resultados teve, ainda, a subida de IVA nos refrigerantes, de 6% para 23% na distribuição e de 13% para 23% no canal Horeca.
O volume de negócios da empresa registou, no primeiro semestre de 2012, uma queda de 14,8% para 136,5 milhões de euros, “refletindo a contração do consumo privado em Portugal, consequência da situação económica do país e do agravamento da fiscalidade dirigida ao setor das bebidas”.
As vendas, nota a Sumol+Compal, “acabaram também por refletir esta situação menos favorável, regredindo 14,4% para 130,7 milhões de euros, com o valor das prestações de serviços a descerem para 5,7 milhões de euros”.
O cash flow operacional (EBITDA) atingiu 13,2 milhões de euros, um decréscimo de 40,0%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

