Segundo o jornal Público, a Sumol+Compal revela que o volume de negócios sofreu “uma quebra ligeira” de 3,2%, para 331,6 milhões de euros, “refletindo um enquadramento macroeconómico em Portugal mais difícil do que o inicialmente previsto, levando a que as vendas no mercado nacional caíssem 9,1% para 237,2 milhões de euros”.
As vendas conjuntas destas duas marcas nos mercados internacionais já são mais significativas fora de Portugal do que dentro das fronteiras nacionais, atingindo em 2011 os 52% de faturação, contra 41% em 2010.
A empresa já vende para 69 países e vai iniciar o fabrico de alguns produtos em Moçambique este ano, mantendo-se “empenhada em desenvolver um projeto fabril em Angola”.
“A retração das vendas em Portugal, as subidas expressivas nos preços de algumas matérias-primas e de materiais de embalagem contribuíram decisivamente para um desempenho económico inferior ao do ano anterior”, sublinhou Duarte Pinto, presidente da empresa.

